Conteúdo para o Sistema Brasileiro de TV Digital é a bola que está picando na área das mídias digitais. Existe grande interesse do governo para o desenvolvimento de conteúdo, especialmente para conteúdo interativo (para uma interatividade que ainda não existe, mas...)
No início de 2009, o grupo que desenvolve o Ginga (software que fica no conversor de TV) publicará um LiveCD (Sistema operacional que roda direto do CD, sem precisar ser instalado no PC) com o middleware. Assim, poderemos testar mais facilmente a linguagem da TV digital brasileira e avaliarmos suas possibilidades.
Os riscos de irmos para este caminho, assim como os riscos da própria TV digital brasileira, é que ela seja ultrapassada pela TV internet e que nunca decole, justamente pela necessidade de retorno por linha discada para ter interatividade.
Mas o governo aposta em serviços públicos pela TV, jogando as fichas na facilidade de interação proporcionada pelo controle remoto, supostamente mais fácil de usar que um teclado de PC.
Soma-se a isto o fato de que TV é uma mídia coletiva, e PC, uma mídia pessoal. O lugar de TV é na sala, do PC é no quarto.
Talvez até as duas mídias possam conviver, a TV ligada em banda larga assim como o PC, mas com uso social diferente. Se isto se confirmar, a aposta no desenvolvimento de conteúdo para TV digital pode ser a megasena midiática. Ou, no mínimo, um bom emprego na Globo.
Comentários sobre a evolução das tecnológicas e das Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
Matrix empastela Neo Jornal
O Novo Jornal de Minas Gerais foi fechado (o que se chama empastelar, no jargão jornalístico) pela Promotoria de Combate aos Crimes Cibernéticos , "enquanto se apuram crimes ". Ou seja, foi censurado pelo Ministério Público mineiro.
Mas é interessante a imagem da capa do veículo censurado: será que foi a promotoria de MG que criou? Caso positivo, de que lado da Matrix ela imagina que está?
E fico no dúvida sobre o que seria crime cibernético. Um crime contra robôs? um crime contra organismos autogeridos?
Via Observatório da Imprensa.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
O bom e velho jornalismo está morrendo
Um bom instantâneo do panorama atual do jornalismo.
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?msg=ok&cod=441IMQ004&#c
Achei relevante este trecho:
Há uns dois anos um professor espanhol criticava a falta de recursos multimídia no jornalismo online. É uma crítica recorrente. Mas a realidade é que, por enquanto, ainda é muito caro e demorado usar os principais recursos. Ou se publica rapidamente um material meio bruto (vídeo e áudio sem muita edição, por exemplo), ou se faz um produto bem elaborado mas demorado.
Claro que isso pode mudar na medida em que surjam ferramentas que facilitem a edição e publicação. Pequenas mudanças já aparecem, como o quick upload ou envio por celular, no You Tube.
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?msg=ok&cod=441IMQ004&#c
Achei relevante este trecho:
É claro que ser capaz de produzir em várias mídias não quer dizer que o jornalista será obrigado a produzir em várias mídias. Américo Martins, editor-executivo para as Américas do serviço mundial da BBC, diz que houve um tempo, há alguns anos, em que se imaginava que isso seria comum, mas as redações descobriram que é impossível mandar um jornalista para o campo com uma "maleta multimídia" e esperar que ele mande textos em tempo real, grave uma áudio-reportagem e ainda apareça no noticiário da noite, na TV, com uma reportagem contextualizada.
Há uns dois anos um professor espanhol criticava a falta de recursos multimídia no jornalismo online. É uma crítica recorrente. Mas a realidade é que, por enquanto, ainda é muito caro e demorado usar os principais recursos. Ou se publica rapidamente um material meio bruto (vídeo e áudio sem muita edição, por exemplo), ou se faz um produto bem elaborado mas demorado.
Claro que isso pode mudar na medida em que surjam ferramentas que facilitem a edição e publicação. Pequenas mudanças já aparecem, como o quick upload ou envio por celular, no You Tube.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
A mágica de Woz
Ethan Zuckerman dá um resumo da fala de Steve Wozniak no Idea Festival, contando sua participação na pré-história da microinformática.
Extremamente geeky, mas é bom pra gente ver como o ser humano (desde que estude bastante e more na Califórnia) consegue manipular a natureza. No caso, chips de silício.
Atari, Pong, Breakout, Apple e como a HP perdeu a chance de inventar os microcomputadores.
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